Sylvannas Correventos e os Mortos-Vivos

Que tal falarmos um pouco sobre a Sylvannas Correventos?

Olá pessoal, Thorin aqui resgatando mais um texto da época do Heroi Stunado.

Dessa vez trago um que se tornou bastante relevante após o anuncio de Battle For Azeroth: Sylvannas Correventos e os Mortos Vivos.

Os Mortos Vivos talvez sejam uma das raças mais interessantes – e descoladas – de World of Warcraft.

Seja pelo seu ar assustador e visual rock ‘n roll, ou por suas origens e peculiaridades dentro da lore.

Mas a história dessa raça está totalmente ligada à historia de Sylvannas também.

Além do texto vou colocar alguns vídeos ao longo da postagem para ilustrar o que estou falando e ajudar vocês a entenderem o que desejo passar.

Sylvannas Correventos Traída pelo Principe

Arthas Menethil, o príncipe do reino humano de Lordaeron, era um paladino com um coração ardente por justiça.

Quando a Seita dos Malditos começou a espalhar a Praga pelas terras de Lordaeron, começando a Terceira Guerra, ele estava mais do que disposto a por um fim em toda essa loucura.

A Praga é um feitiço conjurado por Ner’zhul, o primeiro Lich Rei, que a espalhou pelas terras de Nortúndria, matando e transformando em mortos-vivos várias raças do continente.

Ele então contatou Kel’Thuzad, um mago do conselho do Kirin Tór, que secretamente estudava os caminhos da necromancia e lhe deu aalgumas tarefas.

Levar a Praga para os Reinos do Leste, começando por Lordaeron, iniciar a Seita dos Malditos e transformar todos os viventes em mortos vivos a serviço do Flagelo.

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Arthas lutou bravamente contra a Seita, porém falhou incontáveis vezes.

Cada derrota, cada chegada atrasada demais para salvar uma cidade, rasgava o orgulho e a esperança do jovem príncipe.

Talvez o acontecimento que enfim quebrou Arthas por completo foi a queda de Stratholme.

Stratholme foi uma grande cidade humana, a última que Arthas tentou salvar.

Mas ele novamente chegou atrasado e já não era possível saber quem estava infectado ou não.

Arthas decidiu então eliminar a cidade inteira.

Durante o expurgo de Stratholme, Arthas confrontou o senhor do medo Mal’Ganis, o demônio que atualmente comandava o Flagelo.

Ele diz à Arthas que é em Nortúndria que se encontra seu destino.

Arthas o persegue até lá, onde encontra a espada Gélido Lamento e, por fim, mata Mal’ganis.

Arthas Nunca Mais foi o Mesmo.

Ele voltou para Lordaeron como um Cavaleiro da Morte, o primeiro em Azeroth, a serviço do Lich Rei.

A primeira coisa que fez ao voltar foi matar seu próprio pai, o Rei Terenas Menethil.

Arthas matou todos no reino e o reclamou para si. Mas não parou ai.

Ele foi de cidade em cidade matando a todos e os trazendo de volta como mortos-vivos.

Enfim, Arthas se tornou aquilo que lutou tão bravamente contra.

Mas a missão de Arthas não era apenas adicionar números aos exércitos do Flagelo.

Afinal ele era quem os controlava agora, mas também reviver Kel’thuzad (que o próprio Arthas havia matado).

Kel’thuzad era o único que sabia como baixar as defesas de Dalaran, a cidade dos magos.

Lá, eles serviriam a Legião uma ultima vez, ao invocar neste mundo Archimonde, um de seus generais mais poderosos.

Para isso, Arthas precisaria levar os restos de Kel’thuzad para a nascente do sol em Quel’talas, o reino dos elfos.

Sylvannas Correventos

É aqui que Sylvannas entra na história.

Sylvannas era a irmã do meio entre as Correventos, sendo suas duas irmãs Alleria e Veressa.

Ela também tinha um irmão, Lirath, que foi morto por Orcs na segunda guerra.

Sylvannas logo se tornou a General-Andarilha, e admitiu entre seus postos um humano chamado Nathanos.

Secretamente, eles desenvolveram um romance, nunca revelado ao publico.

Ela foi uma das primeiras a ver a horda de mortos avançarem sobre os elfos. E, embora sua confiança na força dos portões do reino e na magia que o protegia fosse forte, ela não pode deixar de sentir um pouco de medo.

Seus esforços foram grandiosos, porém os elfos foram traídos por Dar’khan Drathir, que achava que merecia um tratamento melhor do que recebia e, dessa forma, Arthas conseguiu invadir Quel’talas.

Por onde passava, o Flagelo matava o que havia de vivo.

Sua marcha deixou uma mancha nas terras de Quel’talas que hoje é conhecida como A Trilha da Morte.

De fato, os esforços de Sylvannas foram grandes o suficiente para irritar profundamente Arthas e, quando finalmente conseguiu chegar até Sylvannas, ele preparou uma punição terrível para a mesma.

Sylvannas Correventos A Banshee

Após enterrar Gelido Lamento no peito de Sylvannas, ele a reviveu como uma Banshee, para torturá-la para sempre.

Sylvannas foi forçada a ver cada elfo ser morto e trazido de volta como morto-vivo.

Isso a machucou profundamente e ela jurou que se vingaria de Arthas.

Com o passar do tempo, o Lich Rei foi descartado pela Legião Ardente, já que seu objetivo já havia sido cumprido.

Revoltado, Arthas tramou uma forma de se vingar.

Porém seus poderes começaram a falhar, já que estavam vinculados aos do Lich Rei, que definhava.

Com seus poderes mais fracos do que antes, muitos dos mortos-vivos ao comando do Flagelo reconquistaram seu livre arbítrio, assim como Sylvannas.

Com sua vontade livre novamente, Sylvannas começou a juntar todos aqueles que se livraram da vontade do Lich Rei e iniciou uma revolução contra o Flagelo.

Ela tentou matar Arthas, mas ele foi salvo por Kel’thuzad e fugiu para Nortúndria.

Lá, após enfrentar Illidan pelo controle da Coroa de Gelo, Arthas repousaria por aproximadamente três anos.

Enquanto isso, Sylvannas enfrentava um novo problema.

Os três Senhores do Medo, aproveitaram a ausência de Arthas para tentar retomar o controle sobre o Flagelo e isso incluía aqueles salvos por Sylvannas.

Chamando o seu novo povo de Renegados, Sylvannas lutou e foi bem sucedida contra as forças da Legião, forçando o Senhor do Medo Varimathras a se curvar perante ela e matar seus companheiros.

Sylvannas conseguiu também eliminar a última força humana no reino de Lordaeron e tomar controle da capital.

Com Arthas longe e os demônios derrotados, faltava apenas se livrar do resto do Flagelo.

Considerados pelos Renegados como formas indignas, lembranças maculadas do que um dia eles foram e, como não podiam ser resgatados pois eram movidos apenas pela vontade de matar e se alimentar.

A única solução era eliminá-los.

Durante o tempo que Arthas levou em seu repouso, o Flagelo foi comandado pela Seita dos Malditos.

Porém ela não era a única inimiga dos Renegados.

Alem do Flagelo, a Aliança também se tornou inimiga, assim como a Aurora Argêntea, e a Cruzada Escarlate.

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Sylvannas Correventos e o Flagelo

Sylvannas não poderia derrotar todos seus inimigos sozinha.

Afinal seu povo não tinha um número grande o suficiente e para isso se aliou com a Horda.

Alem da assistência da Horda, os Renegados começaram a desenvolver sua própria versão da Praga.

Mas ela não serviria apenas apenas para matar e transformar os vivos.

Ela também seria uma forma eficaz de eliminar o Flagelo.

Mas essa Praga só ficou pronta pouco depois de Arthas despertar.

Sylvannas estava mais do que ansiosa para o momento em que mataria Arthas.

Ela acabou sendo traída e uma parte dos Renegados usou sua Praga para atacar a Aliança e a Horda além do Lich Rei nos portões da fúria.

Alem disso, o Senhor do Medo Varimathras também a traiu.

Ele tomou controle da Cidade Baixa expulsando as forças de Sylvannas de lá.

Sylvannas foi capaz de retomar a Cidade Baixa com a ajuda da Horda, e involuntariamente da Aliança também, que viu uma possibilidade de recuperar o antigo reino de Lordaeron, mas sem sucesso.

Os renegados foram proibidos de desenvolver sua Praga, mas isso não os impediu realmente.

Quando a hora de enfrentar o Lich Rei finalmente chegou, infelizmente, não foi Sylvannas quem deu o ultimo golpe em Arthas.

Isso não a impediu de subir ao topo da Cidadela da Coroa de Gelo para visitar o corpo do seu algoz.

Lá, ela descobriu que Bolvar Fordragon se tornou o novo Lich Rei.

Mas isso não mais importava para a Dama Sombria.

Ela então tentou se suicidar, jogando-se do alto da Coroa de Gelo, mas foi salva pelas Val’kyrias.

Elas eram antigas servas do Lich Rei e viram na Rainha Banshee uma oportunidade.

Elas resgataram Sylvannas do inferno, e se declararam servas da morta-viva.

Há quem diga que tudo não passa de uma ilusão, um plano dos Deuses Antigos.

Sylvannas Correventos e a Aliança com as Valk’yries

Essa aliança foi muito importante para os Renegados.

Como raça, eles não possuem a capacidade de se reproduzir, afinal, estão mortos, então a alternativa que restava era criar novos mortos-vivos.

Esse era o poder das Valk’yries, reanimar os mortos.

Esta foi sua serventia para os Renegados.

Garrosh, o então chefe da Horda, não aprovou esse método, dizendo que agora não havia diferença entre ela e Arthas.

Mas isso não impediu Sylvannas de continuar com esse procedimento.

Agora, ela revive constantemente corpos de humanos caídos e lhes dá a opção de se juntar aos Renegados e jurar sua lealdade a Dama Sombria, ou viver sua pós-vida da forma que quiser.

Muitos acabam se juntando aos Renegados, mas alguns preferem fugir.

Esse foi o caso, por exemplo, de Lilian Voss.

Lillian era filha de um general da Cruzada Escarlate e ver-se como uma Renegada foi um choque enorme, afinal, ela cresceu sendo ensinada a odiar esses seres.

O último grande evento na história da raça foi a conquista de Guilnéas.

Guilnéas foi um reino humano, mas diferente de todos os outros, ele se manteve fechado atrás de suas muralhas.

Quando o Cataclismo aconteceu, as muralhas de Guilnéas foram despedaçadas, o que a deixou vulnerável.

Garrosh aproveitou-se disso e ordenou que os Renegados atacassem.

O ataque dos Renegados foi pesado, forçando Guilnéas a perdir reforços, mas isso também não adiantou.

Pouco depois que Sylvanas tomou a cidade ela foi “traída”.

Sylvannas havia transformado Lord Crowley em um Renegado para servir ao seu lado.

Terceira Morte de Sylvannas Correventos

Porém, num momento oportuno, Crowley atirou em Sylvannas pelas costas, matando-a.

Isso não durou muito tempo, afinal as Val’kyren a ressuscitaram novamente, mas deu tempo suficiente para que a Aliança retomasse Guilnéas.

Sylvannas voltaria a ter um papel importante na história durante a Invasão da Legião Ardente.

Assim que um portal foi aberto na Tumba de Sargeras e milhares de demônios começaram a marchar em Azeroth.

Tanto a Horda quanto a Aliança correram para a guerra.

Eles uniram suas forças e abriram caminho entre os demônios até enfrentarem Gul’dan frente a frente.

Porém, os números dos demônios só aumentaram, com muitos soldados da horda e da aliança caindo em combate.

Temendo que toda a Horda fosse dizimada naquele dia, Sylvannas bateu em retirada.

A Aliança, percebendo a retirada da Horda e se sentindo traída, também fugiu da batalha, perdendo o rei Varian Wrynn no processo.

Sylvannas Correventos se Torna a Chefe Guerreira

A Horda também perdeu alguém naquela batalha.

O recém Chefe Guerreiro Vol’jin fora empalado por demônios, e estava a beira da morte.

Em seus últimos suspiros, ele declarou Sylvannas como a nova Chefa Guerreira da Horda.

Segundo ele, esse era o desejo dos Loa.

Os objetivos de Sylvannas são ambiciosos e escuros.

Ela pretende obter a vida eterna tanto para si quanto para os renegados.

Durante a ultima invasão da Legião Ardente e a exploração das Ilhas Partidas, Syalvannas e Genn Graymane (líder dos Worgen), voltaram a se embater.

Desde o ataque dos renegados à Guilneias, existe uma grande rivalidade entre as duas raças, e essa rivalidade chega ao ápice durante a campanha em Trommheim.

Lá, Sylvannas se encontra com Helya, e ambas fazem um acordo.

Resultante disso, a Rainha Banshee ganha posse de um artefato chamado Jaula da Alma, com o qual subjuga Eiyr, uma constructa dos Titãs que foi transformada em Val’kyr por Odyn, para substituir Helya.

Sendo ela a maior das Val’kyr, Sylvannas pretendia forçar Eiyr a obedecê-la e, com esse poder em mãos, garantir vida eterna para si e para seus Renegados.

Porém, Genn a acompanhou de perto e impediu que isso se concretizasse, destruindo a Jaula e libertando Eiyr das garras de Sylvannas, que não pode concretizar seus planos.

Agora, depois que a Legião ardente foi derrotada pelos exércitos de Azeroth e o Exército da Luz, Sylvannas tem que lidar com o fardo de ser a Chefe Guerreira da Horda.

Tem que lidar com os desejos de seus queridos Renegados, enquanto começa uma guerra contra a Aliança, buscando dar um fim em seus inimigos.

O futuro dos Renegados e de Sylvannas Correventos será revelado no próximo livro de Christie Golden, “Before the Storm”.

Aliados e Cultura

Os Renegados têm com o mundo uma relação muito bem descrita por seu nome.

Embora sejam aliados da Horda, ninguém realmente confia nos Renegados e o sentimento é mutuo.

Não é exagero dizer que todos que não são renegados são inimigos deles, estando talvez apenas num estado de aliança temporária.

Recentemente, muitos renegados começaram a se ver como parte verdadeira da Horda, tendo uma lealdade muito forte com a mesma.

Mas não foram todos.

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Embora quase ninguém consiga ver, existe uma diferença muito óbvia entre os Renegados e o Flagelo.

Os Renegados têm sua consciência retomada, já os mortos-vivos do Flagelo são apenas zumbis sem mente, que “vivem” apenas para matar, comer e espalhar a Praga.

Mas o fato de ninguém ver essa diferença é um grande problema para os Renegados.

Afinal, a Cruzada Escarlate não vê diferença entre os “zumbis” e os vivos e também não se importa se os renegados pensam ou não.

Sylvannas Correventos e a Aliança

Sendo assim, é claro que a relação com a Aliança não é nada amigável também.

Os humanos, principalmente, vêem nos Renegados o mesmo que vêem no Flagelo, apenas blasfêmias contra a memória daqueles que um dia foram parte do seu povo.

Os únicos verdadeiros aliados dos Renegados, além deles mesmos, são as Val’kyr e algumas monstruosidades do Flagelo que, mesmo não tendo uma consciência propriamente dita, hoje servem aos Renegados, mesmo que em pequeno número.

Sylvannas Correventos e os Cavaleiros da Morte

Os cavaleiros da morte, embora sejam de fato mortos-vivos, não são parte dos Renegados, mesmo que seu processo de libertação tenha sido o mesmo.

Isso se deve ao fato de que todos os cavaleiros que se libertaram formaram a Lâmina de Ébano junto de Tirion Fordring, que se comunicou com Varian e Thrall e os convenceu a aceitar seus campeões de volta.

Os cavaleiros da morte que eram humanos antes de serem transformados voltaram para os reinos humanos, os orcs, voltaram para Durotar e assim por diante.

Os Renegados são, depois de tudo, apenas elfos e humanos que voltaram à vida como mortos-vivos.

Poucos se lembram de suas vidas passadas e alguns destes procuram por esse eco sua vida toda.

Existem basicamente três vertentes filosóficas entre os Renegados:

  • A Sombra Esquecida
  • Eco da Vida
  • A busca por conhecimento.

A Sombra Esquecida

É uma ideologia um pouco confusa, pregando que a Luz e a Sombra devem ser equilibradas, porém todos os que recorrem a ela, se um dia foram sacerdotes, deixam de seguir a Luz Sagrada e seguem o caminho das Sombras.

Isso acontece pois muitos Renegados se sentem esquecidos ou traídos pela Luz, que falhou em protegê-los e impedir que se tornassem o que são agora.

Eco da Vida

É o caminho arcano entre os Renegados.

Eles buscam sua conexão com a vida passada e acreditam que a magia arcana os ajudaria nisso.

Renegados procuram o Eco da Vida como uma forma de negar que estão mortos, ou de aceitar que estão.

Muitos, antes de virarem Renegados, eram seguidores da Luz.

A Luz, na verdade, não se esquece daqueles que são realmente devotos a ela.

Embora a Luz tenha um incrível poder contra mortos-vivos, estes poucos fiéis ainda são capazes de canalizá-la e, ao contrário dos vivos, que ao fazê-lo sentem-se revigorados com uma sensação calorosa passar pelo seu corpo, os mortos sentem apenas dor intensa e aguda.

Para um Renegado, seguir o Caminho da Luz Sagrada requer uma fé monumental.

Os renegados repudiam a necromancia com todas as suas forças, pois vêem nela apenas ferramentas para a prisão, ferramentas usadas pelo Flagelo.

Existe Cura?

Alguns Renegados querem, mais do que tudo em sua pós-vida, achar uma cura.

Acreditam que seu estado atual de morte-vida é uma doença ou uma maldição e que, algum dia, é possível achar a cura.

Muitos curandeiros da Horda trabalham incessantemente para encontrar a cura, pois sentem uma profunda pena dos Renegados, principalmente os Tauren.

Outros acham que tal coisa é impossível.

Praticamente todos os renegados vêem em Sylvannas Correventos como uma heroína, salvadora, libertadora, quase uma deusa.

Alguns, porém, não concordam com suas ideologias e deixam os Renegados, alguns poucos se juntando a Aurora Argêntea, outros seguindo seu próprio caminho a fim de eliminar o Flagelo, outros acabam voltando-se a Legião Ardente em busca de poder, imaginando que assim possam ser capazes de derrotar o Flagelo.

Outros apenas buscam sua humanidade de volta.

Bem, é isso pessoal.

Espero que tenham gostado da leitura e da história dos Renegados e da Sylvannas.

Não deixem de comentar o que acharam, sugerir o próximo tema e ver outras postagens de lore.

Até a próxima!

  • Coja

    Lindo texto, gostei muito das informações

  • Gabriel Floriani

    Belo texto.. nao sabia a respeito das tres vertentes dos renegados e da horda ter os curandeiros que trabalham para curar os zumbis haha

    Particularmente sempre acreditei que a blizzard deveria ter criado outra facçao para os mortos vivos, já que eles sao odiados por muitos e adorados por poucos..

  • Tico

    Incrível, parabéns!

  • thiago piccoli

    Excelente texto. Conteúdo interessante e que nos ajuda a conhecer ainda mais a melhor raça do WoW ❤️

  • Aluizio Fernando Habizenreuter

    Muito bom o conteúdo do texto. Obrigado por compartilhar conosco.